Muita gente chega no anúncio esperando um milagre: “vou impulsionar e as vendas vão aparecer”. Só que o anúncio não conserta uma oferta ruim. Ele amplifica o que já existe. Se o orgânico gera conversas, o anúncio gera mais. Se não gera, o anúncio só acelera o prejuízo.
Dois objetivos de campanha para começar
A regra prática: negócio local com atendimento rápido começa por mensagens. Quem tem uma isca digital pronta pode testar cadastros para a página de captura.
Público para o interior
- Raio ao redor da cidade (e das cidades vizinhas que você atende).
- Idade e interesses amplos.
- Públicos de quem já interagiu com seu perfil.
- A lista de clientes do CRM, com consentimento.
Orçamento mínimo e paciência
Não julgue um anúncio em um dia. As plataformas precisam de alguns dias para aprender quem responde melhor. Defina o prazo do teste antes de começar e respeite.
O que faz o criativo funcionar
Vídeo gravado no celular, dentro da loja, com alguém da cidade falando, costuma funcionar melhor que arte genérica de banco de imagens. As pessoas confiam em quem elas reconhecem.
Como medir: o custo por lead
O custo por lead é o primeiro termômetro, mas o que importa no fim é o custo por venda e o retorno. E aí entra o CRM: sem marcar no cadastro que o lead veio do anúncio, você nunca vai saber se o anúncio pagou.
Para colocar em prática hoje
- Crie no CRM a tag origem: anúncio.
- Defina orçamento e prazo do teste (por exemplo, R$ 10 por dia por 7 dias).
- Grave 2 ou 3 vídeos curtos no celular, com gancho e uma chamada.
- Ao final, anote leads e vendas do anúncio e calcule o custo por lead.
No próximo post, vamos descobrir de onde vem o cliente que compra, com UTMs e o campo de origem.
Este post faz parte da série Do Lead ao Cliente. Leia também o anterior: Conteúdo que gera leads: como postar com intenção e não só por curtida.